“Círculo Infinito”

Um círculo infinito de criação, evolução, transformação, morte e recomeço. Infinito como constante da nossa vida e de gerações. Este projecto começa com a morte e toda perturbação associada, incluindo euforia. Seguido do momento de beleza do (re)nascimento e da (re)transformação.

As pinturas emocionalmente carregadas do István Sándorfi inspiraram-me a querer representar essa carga em forma de fotografia onde os sentimentos são extremos e dramáticos. Durante a captura das imagens na minha mente acabou por estar constante o poema de Vinicius de Moraes “o verbo no infinito”, que acabou por dar mote às 3 fases. – Rui Patraquim

 As pinturas de István Sándorfi serviram-me de inspiração na ideia dum corpo que se emociona, carregando-se e descarregando-se. Um corpo poroso, aberto às intensidades da vida que se lhe atravessa. Para estas imagens reuni uma série de objectos que me ajudaram a criar um estado de constante devir que viajou por três momentos. O primeiro resultante de uma catarse física, o segundo um enraizamento e o terceiro o erguer de novo. O que as une é a constante procura de novas intensidades físico-emotivas, expressão e observação destas no decorrer do próprio evento. – Rita Vilhena

Exposição de Rui Patraquim e Rita Vilhena.

Entrada gratuita

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